Help Desk na Idade Média
Rafinha 2.0 Ao ver o vídeo Help Desk na Idade Média, lembrei-me de uma frase que a pouco circulava pelo facebook : ‘Você vai ter que aprender que a vida só da asa para quem não tem medo de cair.’ (Casulo da Nana) Achei muito interessante esses vídeos, pois me proporcionaram uma série de reflexões sobre o meu relacionamento com esse mundo moderno. De como ajo diante das inúmeras possibilidades de ferramentas tecnológicas que me são apresentadas todos os dias. E de como reajo com a enorme quantidade de informações produzidas e publicadas a todo instante. Não nasci na era do Homo zapiens, mas passo por ela, mesmo que em ritmo diferente. Sinto-me sempre em descompasso. Muitas vezes me considero um E.T quando me permito invadir o mundo dos Rafinhas. Meu filho de quatro anos que o diga, sempre repetindo pra mim: “Não mãe, não é assim! É assim oh.. quer ver?!” E não é que ele tinha razão!! Ao assistir o filme Help Desk percebi que muitas vezes já agi como aquele monge que conformado com o seu presente e com as tecnologias até então oferecidas, não se sentia atraído a conhecer uma nova possibilidade que estava bem diante dele. Na verdade, me sinto muitas vezes incomodada com essa pressa moderna. É um tal de: Você ouviu? Você viu? Você curtiu? Não consigo acompanhar esse ritmo frenético. Sou mais lenta, e por isso vou me sentindo atropelada. Custo a me adaptar. Quando me adapto, mais novidades. Há um eterno embate pessoal. Mas é esse embate que me lança pra frente. Sofro, mas quando me dou conta já estou envolvida em novas aventuras. Vou tentando acompanhar, e assim percebo que modifico-me a cada instante Conformismo, medo, resignação podem ser sentimentos que nos leva, muitas vezes a permanecermos em nossa inércia, e assim ficamos fechados ao novo, perdendo a chance de crescer, de avançar. O povo se moderniza, modifica suas relações com o outro e com os diversos setores do mundo. Deixa a posição de espectadores passivos e assume o papel de produtores ativos, aquele que documenta, que se coloca, que mobiliza, que crítica e que dita novos padrões. Não se sente mais sozinho, e sim conectado, não somente a computadores, mas a pessoas, formando uma extensa rede. É o mundo da mobilidade. Como educamos nossos filhos, nossos jovens para esse mundo globalizado, conectado. Será que estamos despertando suas consciências de que são detentores do poder da escolha? Quais são os rumos que estamos construindo juntos? Não posso me sentir distante de tudo isso. Afinal, tenho por missão, enquanto educador, de interferir de forma significativa nesse mundo em construção. É nesse contexto que ressalto a importância do outro que está ao nosso lado a nos impulsionar em novas estradas, rumo a terras dantes ainda não exploradas. Sua presença é imprescindível nesse processo, nos trás confiança, nos encoraja para seguirmos em frente. |
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Vídeos recomendados para uma reflexão sobre as nossas relações com as novas tecnologias:
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