segunda-feira, 27 de maio de 2013

No  Portal do MEC você poderá encontrar vários documentos sobre a Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar.  São 10 fascículos que poderão ampliar seu olhar sobre essa temática.  Baixe-os aqui .

Vídeos recomendados para uma reflexão sobre as nossas relações com as novas tecnologias:


Help Desk na Idade Média



                                                                       Rafinha 2.0



Ao ver o vídeo Help Desk na Idade Média, lembrei-me de uma frase que a pouco circulava pelo facebook :
‘Você vai ter que aprender que a vida só da asa para quem não tem medo de cair.’ (Casulo da Nana)
Achei muito interessante esses vídeos, pois me proporcionaram uma série de reflexões sobre o meu relacionamento com esse mundo moderno. De como ajo diante das inúmeras possibilidades de ferramentas tecnológicas que me são apresentadas todos os dias. E de como reajo com a enorme quantidade de informações produzidas e publicadas a todo instante.
Não nasci na era do Homo zapiens, mas passo por ela, mesmo que em ritmo diferente. Sinto-me sempre em descompasso. Muitas vezes me considero um E.T quando me permito invadir o mundo dos Rafinhas.
Meu filho de quatro anos que o diga, sempre repetindo pra mim: “Não mãe, não é assim! É assim oh.. quer ver?!” E não é que ele tinha razão!!
Ao assistir o filme Help Desk percebi que muitas vezes já agi como aquele monge que conformado com o seu presente e com as tecnologias até então oferecidas, não se sentia atraído a conhecer uma nova possibilidade que estava bem diante dele.
Na verdade, me sinto muitas vezes incomodada com essa pressa moderna. É um tal de: Você ouviu? Você viu? Você curtiu? Não consigo acompanhar esse ritmo frenético. Sou mais lenta, e por isso vou me sentindo atropelada. Custo a me adaptar. Quando me adapto, mais novidades. Há um eterno embate pessoal. Mas é esse embate que me lança pra frente. Sofro, mas quando me dou conta já estou envolvida em novas aventuras. Vou tentando acompanhar, e assim percebo que modifico-me a cada instante
Conformismo, medo, resignação podem ser sentimentos que nos leva, muitas vezes a permanecermos em nossa inércia, e assim ficamos fechados ao novo, perdendo a chance de crescer, de avançar.
O povo se moderniza, modifica suas relações com o outro e com os diversos setores do mundo. Deixa a posição de espectadores passivos e assume o papel de produtores ativos, aquele que documenta, que se coloca, que mobiliza, que crítica e que dita novos padrões. Não se sente mais sozinho, e sim conectado, não somente a computadores, mas a pessoas, formando uma extensa rede. É o mundo da mobilidade.
Como educamos nossos filhos, nossos jovens para esse mundo globalizado, conectado. Será que estamos despertando suas consciências de que são detentores do poder da escolha? Quais são os rumos que estamos construindo juntos? Não posso me sentir distante de tudo isso. Afinal, tenho por missão, enquanto educador, de interferir de forma significativa nesse mundo em construção.
É nesse contexto que ressalto a importância do outro que está ao nosso lado a nos impulsionar em novas estradas, rumo a terras dantes ainda não exploradas. Sua presença é imprescindível nesse processo, nos trás confiança, nos encoraja para seguirmos em frente. 

Educação Inclusiva e Formação Docente

Gostaria de Sugerir a leitura do texto ‘Educação Inclusiva e Formação Docente’ escrito por Sonia Maria Rodrigues, pois propõe uma reflexão a cerca dos desafios para a implantação dessa modalidade de educação. Ela ressalta a formação docente especializada e capacitada, fazendo um questionamento sobre os saberes necessário para a educação de todos. Além disso fala sobre os pressupostos para que uma escola se torne inclusiva, aborda a importância da parceria entre escola e universidade e ainda menciona as questões que dificultam a realização da inclusão.

Referência: INSTITUTO RODRIGO MENDES. DIVERSA, EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA PRÁTICA. Educação Inclusiva e Formação Docente. Sonia Maria Rodrigues.Educação Inclusiva e Formação Docente

REFLEXÕES: CURSO A DISTÂNCIA


Simone José Maciel da Rocha      Rio de Janeiro          30/04/2013
         Porque e para que buscar um curso, seja ele a distância ou presencial?  Os motivos que me motivam nem sempre são correspondidos ao longo do processo.  Contudo, a busca se faz necessária, para que assim possa modificar-me.  Quando nos abrimos ao novo, provocamos transformações pessoais a partir das experiências vividas. Como sugere Gilbert Lascult: “Nem completamente um outro.  Nem completamente o mesmo.”
         Para classificar um curso como sendo bom, José Manuel Moran ressalta as práticas interativas, onde o indivíduo se sente provocado e estimulado a sair de sua inércia intelectual, levando-o a efetivas mudanças e transformações de seu ser.
         Neste contexto o autor reforça a importância dos papéis exercidos pelos envolvidos neste processo, educadores e alunos.  As conquistas e os fracassos se dão em vias de mão-dupla, onde um retroalimenta, positivamente ou não, o outro.
         Moran destaca ainda, a importância daquilo que extrapola o universo aluno-professor, como por exemplo, o administrativo, o espaço físico, os fóruns para as possíveis trocas de experiências e produção coletiva do conhecimento e ainda a utilização de espaços virtuais, como ampliação do espaço e tempo da sala de aula tradicional.  Uma engrenagem complexa, com peças distintas, de fundamental importância para o funcionamento do todo.
         A educação à distância requer uma metodologia que proporcione um caminhar mais autônomo, sem que se tenha o isolamento dos participantes, pelo contrário, a interação humana é fundamental nesse processo. 
         Normalmente, nela há um planejamento mais aberto, mais flexivo, onde se possa adaptar não só o currículo, como também a metodologia, para atender assim, às diversas necessidades específicas dos alunos. Os avanços tecnológicos proporcionaram uma maior aproximação entre aluno e professor.  É no limite das práticas da educação presencial que a educação on-line e à distância nascem, e assim garantem um alcance maior.  

         Com isso, entendo que o bom curso, seja ele à distância ou não, é aquele que deixa bons rastros.  É aquele que aguça o desejo de se querer sempre algo mais, aquele que provoca a elaboração de mais perguntas do que de respostas.  Afinal são as questões que movem o mundo...  É aquele que efetivamente não termina quando acaba!  Que este curso seja assim... 

"Quando a adversidade se apresenta, não devemos nos tornar simples espectadores dela, mas sim buscar um nosso cerne forças para transpor essa etapa que por sua vez nos cega das possibilidade que traz. A potencialidade está em você, o que o torna responsável pela sua vida." Adelino Ozores